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Humor na economia

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Capa do Caderno de Economia do Diário Catarinense que circulava aos domingos. Ilustração ainda pintada com tinta ecoline e desenhada com nanquim

 

 

KikoCapa do Caderno de Economia, de Kiko Novaes, para o Diário Catarinense

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A força de Obelix

obelix

A definição do forte em Obelix está em seu tronco, é grande, os braços são grandes, mas as pernas pequenas e finas em um forte contraste, e muito agradável, com o todo. Já Gerard Depardieu ficou excelente como Obelix, da cintura para cima, pois as pernas humanas quebraram a harmonia da proporção, desequilibrando com seus contrastes e variações de formas como no Obelix desenhado, caricaturado, pois a percepção visual de quem vê o desenho já tem o conceito do forte do todo apenas no detalhe.
E o conceito para a estrutura do desenho de humor, agora em se tratando do corpo, vale o mesmo em relação ao rosto: se o tronco é estruturalmente grande, aliviar os membros inferiores, braços finos, mãos grandes, braços fortes, mãos que terminam menores, sempre na busca dos contrastes, sempre lembrando que é humor, a possibilidade do re-desenho de um corpo e deixá-lo mais engraçado.

Nho Quim

Nhô quim

“Em As Aventuras de Nhô Quim, aproveitava-se das desventuras de um caipira rico, ingênuo, trapalhão e exilado na Corte pela família para tecer uma sucessão de críticas irreverentes aos problemas urbanos, modismos, costumes sociais e políticos da época. Comerciantes, imigrantes, artistas, prostitutas de luxo, candidatos, eleitores, autoridades e até um ou outro jornalista e caricaturista desafeto de Agostini, é censurado nessa série de incidentes jocosos”
As Aventuras de Nhô-quim & Zé Caipora, Athos Eicheler. Senado Federal, 2002.

Desenho da capa do Boné do Bufão

line art bonéLine art da ilustração de capa do Livro O Boné do Bufão

“Na caricatura, muito mais do que nos demais ramos da arte, há dois tipos de obras preciosas e recomendáveis, por razões diferentes e quase
opostas. Umas não valem senão pelo acontecimento que representam. Elas merecem, sem dúvida, a atenção do historiador, do arqueólogo e até mesmo do filósofo e devem ocupar um lugar nos arquivos nacionais, entre os registros biográficos do pensamento humano. Como as folhas soltas do jornalismo, elas desaparecem, levadas pelo sopro incessante que traz folhas novas.”

Charles Baudelaire em Sobre a
Essência do Riso